Bolas sensoriais
Bolas sensoriales – Happy Bubble
Bolas sensoriais bicolores
Chocalho divertido para a dentição
Uma bola com textura não é um brinquedo de segunda: é o material sensorial mais versátil que existe. Cabe num bolso, não chama a atenção na aula, serve para acalmar e para ativar, e pode usar-se no chão, na mão ou contra as costas.
Aqui tem 34 referências diferentes em textura, peso, tamanho e resistência.
Os quatro critérios que as distinguem
Textura
Da superfície lisa aos picos macios. Quanto mais marcada a textura, mais sinal tátil dá, e menos a tolera à partida um perfil hipersensível.
Peso
As bolas com peso trabalham propriocepção, não tato. Usam-se para dar informação de força e posição, e funcionam muito bem em tarefas de lançar e receber.
Tamanho
As pequenas são para a mão e para levar consigo. As grandes usam-se com todo o corpo, sentado em cima ou a rolar contra as costas.
Resistência
As macias apertam-se e voltam; as duras ressaltam. Para trabalho de força de mão interessa a que oferece resistência, não a que se esmaga sozinha.
Para que servem na prática
Regulação. Apertar uma bola dá entrada propriocetiva profunda, uma das vias mais fiáveis para baixar a ativação. É o que a faz funcionar como objeto de calma na aula.
Força de mão. Antes da pinça está a força global. Apertar é o exercício mais simples e o que menos parece um exercício.
Trabalho tátil. Tolerar texturas é um objetivo em si em muitos perfis, e a bola permite graduar: começa-se pela lisa e sobe-se.
Jogo de lançar. Coordenação óculo-manual e antecipação, com a vantagem de que a bola sensorial pesa pouco e não assusta.
O que ver antes de comprar
Que se possa lavar, porque acaba no chão e na boca. Que não tenha peças pequenas se a criança leva coisas à boca. E que a textura seja a adequada: o erro mais comum é comprar a mais vistosa — a de picos grandes — para uma criança que ainda não tolera nem a lisa.
Perguntas frequentes
Qual escolho para começar?
Uma de textura média, tamanho de mão e alguma resistência. Cobre regulação, força e trabalho tátil sem se comprometer com nenhum perfil. A partir daí amplia-se conforme responda.
Servem para adultos?
Sim. Usam-se em reabilitação da mão, em trabalho de ansiedade e em centros de dia. Para adulto convém tamanho e resistência maiores.
Podem usar-se na aula sem serem uma distração?
Sim, se for combinado antes: quando se pode pegar, onde se guarda e o que acontece se for atirada. Sem esse acordo transforma-se num brinquedo e deixa de servir.