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Lápis de cera – cera macia lavável – Embalagem de 12 unidades

Price range: 7,40 € through 14,00 € (IVA não incluído)
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Lápis de cera para vidro, azulejos e papel

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Areia moldável Kinetic – Kinetic sand

13,50 € (IVA não incluído)
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Flexistick – Kit de construção criativa

Price range: 9,10 € through 27,25 € (IVA não incluído)
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Círculo cromático em madeira

13,25 € (IVA não incluído)
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Arco-íris de madeira XL

33,04 € (IVA não incluído)
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Arco-íris de madeira médio

17,18 € (IVA não incluído)
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Para que uma criança se exprima é preciso que a ferramenta não se atravesse. Uma cera que parte, um pincel demasiado fino ou um papel que fura transformam a expressão em frustração, e a criança conclui que “não sabe desenhar” quando o problema era o material.

Aqui encontras material pensado para isso: quadros magnéticos de vários tamanhos, ceras de abelha e lápis de cera laváveis de pega grossa, lápis para vidro, primeiras tesouras, tapetes para desenhar com água e bandejas de exploração plástica.

Faz parte das áreas de desenvolvimento e apoia-se na motricidade fina. Para o jogo criativo, veja jogos de criatividade.

O quadro magnético faz algo que o papel não consegue

Parece mais um suporte e não é: o erro desaparece sem deixar rasto. Essa diferença, que soa menor, muda por completo como enfrentam o traço as crianças perfecionistas ou as que já decidiram que desenham mal.

E acrescenta uma vantagem pouco falada: pode usar-se na vertical, pendurado na parede. Trabalhar em plano vertical obriga a estabilizar o ombro e mantém o pulso em extensão, que é exatamente a postura de que a escrita precisa depois. Em terapia ocupacional o plano vertical é uma recomendação constante.

Os de ímanes acrescentam ainda composição: colocar, mover e recolocar sem desenhar nada, uma via de entrada para quem ainda não controla o traço.

Que material conforme a etapa

  • 1-2 anos. Ceras muito grossas ou de forma arredondada, que se agarram com o punho inteiro e não partem.
  • 2-4 anos. Lápis de cera laváveis, tapetes de água, quadros grandes. O lavável importa mais do que tudo o resto.
  • 4-6 anos. Ceras mais finas, primeiras tesouras de ponta romba, moldes. A criança já quer que se reconheça o que desenha.
  • 6 anos em diante. Material mais preciso e projetos com vários passos.

Sobre as ceras de cera de abelha: além de material nobre, não partem com a pressão e pintam sem exigir força, o que as torna muito adequadas para crianças com pouco tónus.

Processo e não resultado

É a ideia que mais muda a experiência plástica de uma criança, e não custa dinheiro. A pergunta "o que é?" perante um desenho obriga a criança a que aquilo seja alguma coisa, e se não era, transforma-se num exame. Trocá-la por "conta-me" ou simplesmente descrever o que se vê abre conversa em vez de a fechar.

Isto tem consequências diretas no trabalho de linguagem: falar sobre o que se está a fazer enquanto se faz gera imensa linguagem espontânea, e da boa, porque a criança descreve algo seu.

Perguntas frequentes

Que ceras são melhores para crianças pequenas?

As grossas e de forma arredondada ou de bloco. As de cera de abelha têm a vantagem de não partirem com a pressão e pintarem sem exigir força. E sempre laváveis se forem usadas sem supervisão constante.

Para que serve trabalhar num quadro vertical?

Colocar a superfície na vertical obriga a estabilizar o ombro e mantém o pulso em extensão, que é a posição funcional para escrever. É uma recomendação habitual em terapia ocupacional.

Com que idade se dão as primeiras tesouras?

Por volta dos 3 anos, de ponta romba e sempre supervisionado. Ao início basta dar um corte solto numa tira estreita; seguir uma linha chega bastante depois.

É melhor o desenho livre ou as fichas para colorir?

Os dois, com funções diferentes. Colorir dentro do limite trabalha precisão; o papel em branco trabalha iniciativa. O problema aparece quando só há fichas.